quinta-feira, 24 de março de 2011

Algumas coisas que gosto e divido

Hoje a net chegou na minha vida, na minha casa. E abri meu coração pra ela com toda força. Pra comemorar esse encontro divido coisas com vocês aqui.




P.S.: Espero que gostem...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Definição do mais novo tipo de mulher


Amapô Carne-de-lata
Diante dessa sociedade que tem da mulher melancia a mulher cadilac, surge na atualidade a mulher carne-de-lata ou Amapô(como é dita pelos adebtos da linguagem LGBT). O que essa mulher tem de diferente das outras? Talvez só o sobrenome. Mas deixo essa discussão pra vocês que seguem.

A definição desse novo tipo de mulher, na interpretação precisa de Aline Silva, Ana Luiza Rios, Ângela Soares, Emilena Cardoso, FaBinho Vieira, Jomar Carramanhos e Jonas Sampaio. 

P.S.: Vi esse vídeo pelo orkut de um amigo, e alguns dos cantores são meus amigos também.

terça-feira, 15 de março de 2011

Para momentos de gratidão (?)

Que tal jogar fora estes antibióticos?
Que tal parar de comer quando eu estou cheia?
Que tal se eles deixarem transparecer aqueles subornos duvidosos?
Que tal a ilusão da glória?

Obrigada Índia.
Obrigada terror.
Obrigada desilusão.
Obrigada fragilidade.
Obrigada conseqüência.
Obrigada, obrigada silêncio.

Que tal eu não te culpar por tudo?
Que tal eu aproveitar o momento uma vez?
Que tal o prazer que me dá de finalmente te perdoar?
Que tal lamentar uma coisa de cada vez?

Obrigada Índia.
Obrigada terror.
Obrigada desilusão.
Obrigada fragilidade.
Obrigada conseqüência.
Obrigada, obrigada silêncio.

O momento que eu deixei para trás foi o momento que eu peguei mais do que poderia segurar.
O momento em que eu pulei fora foi o momento em que caí.

Que tal não ser mais masoquista?
Que tal recordar sua divindade?
Que tal berrar sem ter vergonha?
Que tal não encarar a morte como a parada?

Obrigada Índia.
Obrigado providência.
Obrigado desilusão.
Obrigado vazio.
Obrigado clareza.
Obrigado, obrigado silêncio. 


Composição: Alanis Morissette

Veja a música no Youtube

http://www.youtube.com/watch?v=OOgpT5rEKIU


P.S.: Ainda nostáugico, porém muito agradecido.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Palestra Sobre Brecht e o Teatro Alemão


Onde: Auditório José Albano (CH1 - Campus Benfica/ Av. da Universidade 2678)
Quando: 16 de março de 2011
Que horas: de 14 as 18h
Informações: (85)3366.76.42 / 3366.78.32
Inscrições: até o dia 14 de março pelo email cca@ufc.br

P.S.: Vale a pena conferir!

sexta-feira, 4 de março de 2011

É muito legal quando você se propões a fazer algo e se entrega neste algo.
Muitas vezes entramos no palco para dançar (ou expor a nossa arte) e não vemos nada à nossa volta, nem público, nem demais profissionais, as vezes nem cenário. Nos trancamos na 4ª parede.
Percebemos o público, ou a música, ou mesmo os outros da cena só por milésimos de segundo e isso tem muito a ver com o rigor que colocamos nas tarefas que fazemos.
Damos o nosso máximo em empenho naqueles exercícios, nas cenas, na vida e só depois é que nos damos conta de toda a energia que foi dissipada naquelas coisas.
Pergunto: Como fazer com que esse rigor não aconteça somente no palco? Como construir uma atmosfera e transceder lugares sem utilizar o recurso da 4ª parede? Como obter esse mesmo rigor sem precisar esquecer os elementos da cena, inclusive o expectador?

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sejamos sacos de batata



Para encontrarmos um movimento que seja cheio de subjetividade precisamos, às vezes e enquanto corpo, esvaziar a nossa subjetividade. Produzir sentido a partir de uma estrutura que pode ser linear mas que não precisa contar histórias lógicas. Produzir sentidos a partir da funcionalidade do corpo que produz afetos sem precisar produzir entendimentos, sentidos esses que permitem dar subjetividade para o espectador. 

Permitir que o corpo seja estético mesmo sem firulas, linhas, sentidos (como um céu nublado ou um dia de nada) mas com potência para sugerir ao espectador que ele faça seus próprios entendimentos, questionamentos, afetos e confetos (conceitos recheados de afetos). Como um dia de nada, como um céu nublado, como uma folha em branco cheia de espaço para ser preenchido com toda a sua subjetividade.

Tipo saco de batata...

P.S.: Acabei de escutar "Kiss-me".

Herói da história

Composição: Regina Spektor

Ele nunca viu isso chegando a todos

Ele nunca viu isso chegando a todos
Ele nunca viu isso chegando a todos
Está tudo bem ...
Ei, abertos
Aqui vem o pecado original
Ei, abertos
Aqui vem o pecado original
Ei, abertos
Aqui vem o pecado original
Está tudo bem ...

Ninguém tem tudo
Ninguém tem tudo
Ninguém tem tudo

Poder para o povo

Nós não queremos isso, queremos prazer
E as TVs tentam estuprar-nos
E eu acho que eles estão conseguindo
E nós estamos indo para essas reuniões
Mas nós não estamos fazendo qualquer reunião
O que estamos tentando é ser fiel, mas estamos
Batota, batota, batota
Ei, abertos
Aqui vem o pecado original
Ei, abertos
Aqui vem o pecado original
Ei, abertos
Aqui vem o pecado original
Está tudo bem ..

Ninguém tem tudo

Ninguém tem tudo
Ninguém tem tudo
Poder para o povo
Nós não queremos isso, queremos prazer
E as TVs tentam estuprar-nos
E eu acho que eles estão conseguindo
E nós estamos indo para essas reuniões
Mas nós não estamos fazendo qualquer reunião
O que estamos tentando é ser fiel, mas estamos
Batota, batota, batota

Eu sou o herói da história
Não preciso ser salvo
Eu sou o herói da história
Não preciso ser salvo
Eu sou o herói da história
Não preciso ser salvo
Eu sou o herói da história
Não preciso ser salvo
Está tudo bem ...

Ninguém tem tudo
Ninguém tem tudo
Ninguém tem tudo

Versão cantada pela cantora:

http://www.youtube.com/watch?v=hpYkAS61VUo 

P.S.: Tou meio nostáugico hoje. Porém esperançoso no homem. Bons tempos pra nós...